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Obama defende orçamento e reafirma que reduzirá déficit

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu hoje seus planos orçamentários, insistindo que permanece comprometido em cortar o déficit pela metade dentro de quatro anos, apesar de novos dados mostrarem que o saldo negativo está maior que o previsto. "No total, nosso orçamento levaria os gastos discricionários de programas domésticos como parcela da economia para o menor nível em quase meio século", disse Obama em sua mensagem semanal pelo rádio. "E vamos continuar fazendo essas escolhas difíceis nos próximos meses e anos; para que nossa economia se recupere, faremos o que for preciso para reduzir este déficit."

AE, Agencia Estado

21 de março de 2009 | 09h19

O presidente afirmou que seu governo estava explorando cada pedaço do orçamento para produzir US$ 2 trilhões em redução de déficit na próxima década. A mensagem de Obama foi dada no momento em que o Congresso se prepara para lançar na próxima semana um debate sobre o orçamento de US$ 3,55 trilhões revelado pelo governo no final do mês passado.

O não-partidário Escritório Orçamentário do Congresso (CBO, na sigla em inglês) previu ontem que o déficit pode atingir US$ 1,845 trilhão este ano dentro da proposta de Obama, quadruplicando o saldo negativo recorde de 2008. Desde a estimativa feita em janeiro de um déficit de US$ 1,2 trilhão, o CBO disse que o lançamento do plano de estímulo de US$ 787 bilhões, outras medidas para reviver a economia e fatores adicionais elevaram as projeções de déficit para 2009 e 2010 em mais de US$ 400 bilhões.

Na mensagem de hoje, Obama argumentou que suas propostas econômicas oferecem uma solução de longo prazo para os problemas estruturais dos EUA e não "uma lista de desejos com prioridades que eu escolhi no ar". "Elas são parte central de uma estratégia abrangente para a economia crescer atacando todos os problemas que a derrubaram por muito tempo: o custo elevado da saúde e nossa dependência em petróleo estrangeiro, nosso déficit educacional e nosso déficit fiscal", disse Obama. As informações são da Dow Jones.

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