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Obama descarta novo impasse fiscal no curto prazo

"Não" foi a lacônica resposta que Barack Obama deu ontem à pergunta sobre a possibilidade de que a crise em torno do teto de endividamento e do financiamento do governo se repita dentro de poucos meses. "Uma das coisas que eu disse durante esse processo é que nós precisamos nos livrar do hábito de governar por meio de crises", declarou o presidente na noite de ontem, depois de o Senado aprovar o projeto que colocou fim ao impasse que paralisou o país por quase três semanas. Obama agradeceu o empenho dos dois partidos para superar a crise.

CLÁUDIA TREVISAN, Agencia Estado

17 de outubro de 2013 | 01h53

Segundo a Casa Branca, o presidente sancionaria a lei na noite de ontem, a tempo de permitir a reabertura do governo hoje. "Nós podemos começar a levantar essa nuvem de incerteza e preocupação dos empresários e da população americana", observou. Segundo ele, apesar das diferenças que separam os dois partidos, democratas e republicanos podem trabalhar juntos em uma série de questões. Mas o primeiro ponto que mencionou é quase tão controvertido quanto a reforma da saúde rejeitada pelos republicanos: a mudança no sistema de imigração, seguida da lei agrícola e do orçamento. Obama defendeu que as últimas três semanas sejam "deixadas para trás" e que todas as mudanças necessárias sejam aprovadas ainda neste ano.

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