Markus Schreiber/AP
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Obama diz que Grécia precisa fazer 'escolhas difíceis'

Presidente dos EUA afirmou que a Grécia deve levar a sério as reformas que se comprometeu a fazer, mas que governo e credores precisam ter flexibilidade

DOW JONES

08 de junho de 2015 | 16h34

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou no encerramento do encontro de dois dias do G-7 na Alemanha, grupo dos sete países mais industrializados e economicamente desenvolvidos do mundo, que a Grécia e seus credores precisam demonstrar "flexibilidade suficiente" para assegurar um acordo de resgate e que o país "precisa fazer escolhas difíceis".    

De acordo com Obama, o grupo das sete nações e o Fundo Monetário Internacional (FMI) "sentem a necessidade de urgência em encontrar um caminho para resolver a questão".   

"É necessário que a Grécia leve a sério as importantes reformas que se comprometeu a fazer, não apenas para satisfazer os credores, mas mais importante, para criar uma plataforma na qual a economia do país possa voltar a crescer novamente", comentou o presidente norte-americano.   

Entretanto, Obama acrescentou que os credores da Grécia também precisam se comprometer. "Se ambos lados demonstrarem uma flexibilidade suficiente, então acredito que podemos resolver essa questão".   

O governo da Alemanha se recusou a discutir um alívio da dívida da Grécia antes que o país se comprometa com reformas econômicas importantes. O governo da Grécia atrasou pagamentos da dívida para o FMI e negou na última semana uma última oferta de alívio dos credores em troca de contenção de gastos do orçamento.   

De acordo com analistas, um calote da Grécia está há poucas semanas de ocorrer se não houver um acordo econômico de emergência, o que colocaria o país fora da zona do euro e afetaria o mercado financeiro global. 

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