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Obama elogia pacote de ajuda ao setor automotivo nos EUA

Presidente eleito diz que plano de US$ 17,4 bilhões era necessário para evitar que o setor desmoronasse no país

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

19 de dezembro de 2008 | 15h12

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou o pacote de auxílio de US$ 17,4 bilhões às montadoras norte-americanas, anunciado mais cedo pela Casa Branca, e disse que o plano era necessário para evitar que o setor de automóveis dos EUA desmoronasse.   Veja também: Casa Branca dará US$ 17,4 bi do pacote anticrise a montadoras GM e Chrysler podem pegar empréstimos do governo Entenda a crise enfrentada pelas montadoras dos EUA Desemprego, a terceira fase da crise financeira global De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise    "As ações de hoje são um passo necessário para ajudar a evitar o colapso de nossa indústria automotiva, algo que teria conseqüências devastadoras para a nossa economia e nossos trabalhadores", disse Obama em um comunicado, acrescentando que as empresas terão de tomar decisões difíceis.   "Com a assistência de curto prazo oferecida por este pacote, as companhias automotivas devem reunir todos os grupos envolvidos - incluindo funcionários, revendedores, credores e fornecedores - e tomar as decisões necessárias para alcançar a viabilidade no longo prazo", afirmou Obama.   "As companhias automotivas não devem desperdiçar a chance de reformar as práticas de gerenciamento e precisam dar início a uma reestruturação de longo prazo, absolutamente necessária para salvar esta indústria e os milhões de americanos que dela dependem".   'Condições injustas'   O sindicato dos trabalhadores do setor automotivo (UAW, na sigla em inglês) disse que vai tentar reverter as "condições injustas" impostas no pacote de socorro do governo quando Obama tomar posse em janeiro.   "Embora tenhamos apreciado que o presidente (George W.) Bush tenha tomado a ação de emergência necessária para ajudar as montadoras americanas a enfrentarem a atual crise financeira, estamos desapontados que ele tenha acrescentando condições injustas especialmente aos trabalhadores", disse o presidente da UAW, Ron Gettelfinger, por meio de um comunicado.   "Vamos trabalhar com a administração Obama e o novo Congresso para assegurar que estas condições injustas sejam removidas quando nos reunirmos nos próximos meses com todos os interessados para criar um futuro viável para a indústria automobilística", acrescentou.   (com Suzi Katzumata, da Agência Estado)

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