Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Obama fala em avanços, mas vê calote próximo sem acordo nesta tarde

Presidente dos Estados Unidos e líderes do Congresso tentam acabar com impasse fiscal e elevar teto da dívida, que pode estourar nesta quinta

Agência Estado,

14 de outubro de 2013 | 15h34

Atualizado às 16:15

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira, 14, que, aparentemente, houve progresso nas negociações no Senado para elevar o teto da dívida e reabrir o governo.

Durante visita a um restaurante comunitário em Washington, Obama comentou a convocação dos líderes do Congresso para reunião nesta tarde. O presidente dos Estados Unidos pedirá que eles aprovem o financiamento para que o governo federal possa retomar as atividades, interrompidas há 14 dias.

"Essa paralisação é completamente desnecessária. Parece que houve um avanço nas negociações no Senado, com os republicanos reconhecendo que não é lógico, não é inteligente, não é bom para o povo americano deixar que o país declare default", comentou Obama. "Veremos esta tarde se isso é real."

Segundo ele, se as conversas no Senado não derem resultado, "nós temos uma boa chance de declarar default".

No Congresso. O líder da maioria no Senado dos Estados Unidos, o democrata Harry Reid, e o líder da bancada republicana na Casa, Mitch McConnell, se disseram "otimistas" nesta segunda com a possibilidade de acordo que eleve o limite legal de endividamento e reabra o governo.

Ambos estarão com Obama nesta tarde. Inicialmente marcado para às 16h (horário de Brasília), o encontro foi adiado pela Casa Branca. A decisão ocorreu para "conceder aos líderes do Senado mais tempo para continuarem a fazer importante progresso na busca por uma solução que eleve o teto da dívida e reabra o governo".

Falando no plenário do Senado, Reid afirmou que estava "muito otimista" sobre a finalização de um acordo "esta semana". "Eu tive conversas francas e construtivas com McConnell", comentou.

Já McConnell comentou que compartilha do sentimento do rival, de que "chegaremos a um resultado que seja aceitável para os dois lados".

Tudo o que sabemos sobre:
EUA

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.