Obama: nova regulação financeira desencorajará abusos

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao lançar oficialmente a tentativa de reformular a regulação das instituições financeiras, mercados e produtos para consumidores, afirmou que seus planos buscam um "equilíbrio cuidadoso" que não reprime o poder do livre mercado. Em comentários preparados para serem lidos mais tarde hoje, Obama detalhou as propostas de reforma que, segundo a Casa Branca, são necessários para evitar outra crise financeira. A Casa Branca divulgou uma cópia do discurso do presidente, que será proferido por ele às 13h50 (de Brasília).

NATHÁLIA FERREIRA, Agencia Estado

17 de junho de 2009 | 13h33

Obama confirmou que a reforma, que ele quer completar este ano, inclui dar mais poder ao conselho do Federal Reserve (Fed, banco central americano) para policiar grandes instituições financeiras importantes para o sistema; permitir que o governo divida empresas; implementar novas regras para instrumentos complexos e criar uma nova agência federal para supervisionar produtos ao consumidor como hipotecas e cartões de crédito.

"Com as reformas que estamos propondo hoje, buscamos estabelecer regras que permitam a nossos mercados promover a inovação, ao mesmo tempo que desencoraja abusos", disse Obama. "Buscamos criar uma estrutura na qual os mercados possam funcionar livremente e justamente, sem a fragilidade na qual ciclos normais de negócios trazem o risco de colapso financeiro, um sistema que funciona para empresas e consumidores." As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
reforma financeiraEUAObama

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.