Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Obama pede reforma urgente na lei de cartões de crédito

O presidente norte-americano Barack Obama pressionou hoje o Congresso para que a reforma das leis que regem os cartões de crédito esteja pronta até dia 25 de maio, quando os Estados Unidos comemoram o feriado do Memorial Day. Segundo Obama, os consumidores precisam de proteções mais rígidas contra multas e elevações nas taxas de juros cobradas. "Não há tempo para demora", disse Obama em seu discurso semanal. "Nós precisamos de um fluxo duradouro de crédito em nossa economia, mas nós não podemos tolerar lucros que dependam do desequilíbrio de famílias trabalhadoras", disse o presidente.

AE, Agencia Estado

09 de maio de 2009 | 11h31

No dia 30 de abril a Câmara dos Deputados aprovou uma legislação apoiada pela Casa Branca que limita a habilidade dos emissores de cartões de crédito em aumentar retroativamente a taxa de juros no saldo do consumidor. A nova lei também exige que as empresas emissoras informem os consumidores de novas altas de juros 45 dias antes de entrarem em vigor, além de proibir cobranças duplas e taxas extras. O Senado deve apresentar sua versão da lei na próxima semana.

O setor bancário tem feito lobby contra a reforma na legislação dos cartões, dizendo que as novas regras poderão reduzir o fluxo de crédito para os consumidores e elevar as taxas ainda mais. Mas Obama disse hoje que já era tempo desta indústria ser guiada por uma série de princípios justos e transparentes. Entre eles o aumento da monitoração e penalidades para as companhias que quebrarem as regras.

"Os americanos sabem que eles têm a responsabilidade de viver dentro de suas posses e pagar suas dívidas. Mas eles também têm o direito de não serem explorados por repentinas altas nos juros, multas indevidas, e taxas escondidas, que tornaram-se comuns na indústria", disse. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
EUAcréditocartões de crédito

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.