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Obama quer ficar longe da reunião do G-20

É improvável que ele aceite eventual convite de Bush para participar do encontro em 14 e 15 de novembro

Paulo Sotero, O Estado de S. Paulo

08 de novembro de 2008 | 13h54

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, quer ficar longe da reunião de chefes de governo das vinte economias mais relevantes que se reunirá no próximo fim de semana, em Washington, segundo fontes de sua equipe de transição. Uma das razões da decisão foi citada pelo próprio Obama, na última sexta-feira, na primeira entrevista que concedeu desde seu histórico triunfo de 4 de novembro. "Os Estados Unidos tem apenas um presidente de cada vez", disse ele.   Veja também: Lula pede mais controle e espaço para emergentes Saiba os assuntos que serão discutidos no G-20 De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29 Como o mundo reage à crise  Entenda a disparada do dólar e seus efeitos Especialistas dão dicas de como agir no meio da crise Dicionário da crise    Outra é a precaução natural de Obama de não malbaratar o mandato que recebeu das urnas associando-se a um evento convocado às pressas para buscar respostas à pior crise financeira em mais de setenta anos, mas que tem todos os ingredientes para se transformar no fiasco final da administração do presidente George W. Bush. É improvável que Obama aceite um eventual convite de Bush para participar do encontro, durante a reunião que terão na segunda, na Casa Branca.   A expectativa não é muito diferente quanto ao resultado do encontro de ministros das finanças e presidentes de bancos centrais do mesmo grupo, que se reúne em São Paulo neste fim de semana. Marcado meses antes de Washington programar - sob pressão da crise - a cúpula econômica da próxima sexta-feira e sábado, a reunião dos ministros guarda uma importante semelhança com a dos presidentes e primeiro-ministros: nenhuma delas foi antecedida por um trabalho preparatório à altura do desafio à frente, cujos contornos já estavam evidentes antes mesmo de o colapso dos mercados de capitais jogar as economias avançadas na recessão.   Leia a reportagem completa na edição deste domingo do jornal O Estado de S. Paulo.

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