Obama tenta, em discurso, reavivar reforma de Wall Street

O presidente norte-americano, Barack Obama, tentará nesta segunda-feira reavivar o apelo por uma supervisão mais rigorosa de Wall Street, usando o aniversário de um ano do colapso do Lehman Brothers como argumento para as mudanças regulatórias.

CAREN BOHAN, REUTERS

14 de setembro de 2009 | 13h02

O discurso sobre a economia também apresentará planos para reduzir o envolvimento do governo no setor financeiro e pedirá que as instituições de Wall Street sejam responsáveis e evitem comportamento negligente. Obama fala às 13h10 (horário de Brasília).

Buracos na regulação de bancos e nos mercados de capital dos Estados Unidos foram criticados por pesar na crise das hipotecas subprime e no caos global detonado depois que o Lehman entrou em colapso, em 15 de setembro do ano passado.

Obama e outros defensores de uma reforma financeira afirmam que novas regras são essenciais para evitar outra catástrofe.

Mas, à medida que o presidente se prepara para o discurso que será feito no Federal Hall, no coração de Wall Street, os esforços para a reforma encontram resistência no Congresso.

Obama também vai tentar ganhar os créditos pela relativa calma que se estabeleceu nos mercados depois da pior crise financeira desde a Grande Depressão. A batalha do presidente para ver aprovada uma nova legislação sobre o sistema de saúde tem desgastado sua popularidade, mas ele espera receber um impulso a partir dos sinais de que a economia está começando a melhorar.

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