Objetivo de viagem não é pedir empréstimos, diz Malan

O ministro da Fazenda, Pedro Malan, explicou hoje que o objetivo das viagens que ele e diversos membros do governo farão ao exterior na próxima semana não têm o objetivo de obter empréstimos dos governos que serão contatados. Segundo Malan, os recursos do acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) mais os US$ 7 bilhões acertados com o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), juntamente com o trabalho de convencimento do mercado que está sendo feito pelo governo, serão suficientes para o País atravessar as turbulências durante o período de transição entre o atual governo e seu sucessor. Malan disse que irá a Madri, Londres e Paris; o presidente do Banco Central, Armínio Fraga, a Frankfurt e Amsterdã e o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Marcos Caramuru, deverá ir para Tóquio. O ministro-chefe da Casa Civil, que estará em Lisboa por outra razão, ajudará no esforço da equipe econômica na capital portuguesa. Malan disse que suas reuniões deverão ocorrer nos bancos centrais e que ele terá como interlocutores não apenas banqueiros, mas também investidores, inclusive os que têm investimento direto no País.

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