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Objetivo é conciliar preço acessível com tecnologia

O assessor técnico da Fiat, Ricardo Dilser, acredita num grande avanço tecnológico nos itens de auxílio à direção no Brasil nos próximos cinco a dez anos. "O desafio é conciliar novas tecnologias com preços acessíveis mais rapidamente", constata.

O Estado de S.Paulo

17 de novembro de 2013 | 02h17

O Inovar-Auto, programa do governo federal que dá vantagens fiscais para quem investir em novas tecnologias, passa a ser uma ferramenta para atingir esses desafios, afirma Dilser.

Entre os carros fabricados no Brasil, o novo Gol tem um recurso chamado de ESS (sigla em inglês para Sinal de Frenagem de Emergência), que funciona como um alerta para evitar colisões traseiras.

"Caso o motorista pressione o pedal de freio de forma acentuada, mantendo uma frenagem mais consistente, o sistema de segurança aciona as luzes traseiras de frenagem de forma intermitente, sinalizando ao motorista do carro que vem atrás que está tendo uma desaceleração acentuada e exige cautela, para evitar colisões", explica a Volkswagen.

Os também nacionais Fiat Bravo e Linea, Chevrolet Trailblazer e Ford EcoSport têm controle de tração, sistema que ajuda a manter a aderência dos pneus em pistas escorregadias ou íngremes.

No Golf, há um sistema de proteção dos passageiros que, ao detectar uma situação de potencial acidente, como uma forte frenagem, os cintos de segurança do motorista e do passageiro são automaticamente pré-tensionados para assegurar melhor proteção pelos airbags. A nova versão do Golf que chegou ao País recentemente importado da Alemanha também tem sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um para os joelhos do condutor).

Já itens mais sofisticados, como sensores que detectam pessoas e obstáculos nas pistas ou avisam de sinais de sonolência do motorista só estão disponíveis em veículos de luxo, mesmo fora do Brasil./ C.S

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