bolsa

E-Investidor: Itaúsa, Petrobras e Via Varejo são as ações queridinhas do brasileiro

Obras seguem em ritmo acelerado, diz LLX

Braço logístico do grupo EBX e responsável pelo Superporto do Açu, a LLX informou que as obras "seguem em ritmo avançado" e ainda este ano os primeiros clientes do distrito industrial começarão a operar no local.

SERGIO TORRES / RIO, O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2013 | 02h12

O empreendimento terá dois terminais. No offshore (TX1), já foi concluída a construção da ponte sobre o oceano, de 3 km. Os píeres do TX1 serão acessados por embarcações carregadas de minério de ferro e petróleo.

"Mais de 60% da montagem das máquinas que atuarão no terminal de minério de ferro do TX1 já foram concluídas", divulgou a LLX em comunicado, acrescentando que "a linha de transmissão de 138KV, que ligará o Terminal de Minério de Ferro ao Sistema Interligado Nacional, já está 95% concluída".

Os primeiros navios com minério de ferro deverão ser recebidos no píer em julho do ano que vem, segundo a LLX. "No TX2 (o terminal onshore) estão em andamento, e avançadas, as obras para construção do canal de acesso, bacia de evolução, a construção dos blocos de concreto que serão utilizados no quebra-mar e a implantação da linha de transmissão", diz o comunicado.

Ainda de acordo com a empresa, o estaleiro começará a operar ainda neste semestre, "tão logo seja obtida a licença de operação". Segundo a LLX, já está contratada a construção ou integração de 18 unidades encomendadas por OGX (petroleira de Eike), Petrobrás, Kingfish e Sapura.

De acordo com a LLX, a crise que atinge os negócios de Eike não afeta o projeto. "A LLX dispõe de recursos financeiros suficientes para a conclusão do seu plano de investimento, que se encontra dentro do cronograma previsto para entrada em operação em 2013", diz a companhia.

Já estão construindo suas unidades a empresa norueguesa NOV, fabricante de tubos flexíveis, e a francesa Technip, referência no gerenciamento de projetos, engenharia e construção para a indústria de óleo e gás. Ambas, segundo a LLX, estarão funcionando até o fim do ano.

Ainda segundo a LLX, a americana InterMoor, líder global em serviços de ancoragem e fundações, já iniciou a construção de uma unidade de apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gás.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.