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Occupy Wall Street é despejado de sede em NY

Mas manifestantes planejam onda de protestos para marcar o 1º de Maio

GUSTAVO CHACRA, CORRESPONDENTE/ NOVA YORK , O Estado de S.Paulo

25 de abril de 2012 | 03h12

Enquanto planeja uma onda de protestos para o dia 1.º de Maio, o Occupy Wall Street foi despejado de um de seus centros de organização em Manhattan. O local, apelidado de montanha mágica, servia também de museu para trabalhos de arte produzidos durante o período em que o movimento tinha como base o Zuccotti Park.

Segundo os organizadores, foi um revés. "Mas estamos concentrados nos protestos do dia 1º de Maio", afirmou ao Estado Alexandre Carvalho, que integra o Occupy Wall Street desde os seus primeiros dias em setembro.

Ele acrescentou que há outras bases do grupo pela cidade.

O quartel-general localizado próximo à Bolsa de Valores de Nova York estava ocupado por eles desde outubro.

Para o dia 1º de maio, o movimento convocou uma greve geral e organizou uma série de manifestações nos Estados Unidos. Em uma delas, mil guitarristas devem fazer um concerto simultâneo na Union Square, em Manhattan.

Nos últimos meses, diante do frio inverno americano e sem o simbólico Zuccotti Park, o OWS deixou de aparecer na imprensa. Ao mesmo tempo, o grupo se organizou para esta nova onda de protestos previstos para se iniciar já amanhã.

Uma das bandeiras do movimento é a dívida dos estudantes de universidades. Este grupo de jovens tem sido um dos mais afetados pela crise financeira americana.

Menos da metade dos menores de 25 anos com graduação possuem emprego nos EUA, de acordo com levantamento da Associated Press.

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