OCDE aponta para enfraquecimento econômico no Brasil, China e Rússia

Segundo órgão, Brasil teve queda nos indicadores antecedentes para 100,0 em fevereiro, ante 100,1 em janeiro, indicando 'perda de ímpeto no crescimento'; China e Rússia também apresentaram recuo

Lucas Hirata, Agência Estado

09 de abril de 2015 | 08h52

Os indicadores antecedentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam para um enfraquecimento econômico no Brasil, China e Rússia. Por outro lado, há sinais de melhora na França, Itália e na zona do euro como um todo, ao passo que o crescimento nos EUA, Japão e Reino Unido deve permanecer constante.

No caso do Brasil, o dado caiu para 100,0 em fevereiro, de 100,1 em janeiro, sinalizando "perda de ímpeto no crescimento", assim como na Rússia, cujo resultado foi para 98,9, frente a 99,0 na mesma base de comparação. Na China, a leitura recuou para 98,4, de 98,5, com "amenização" da expansão, enquanto o crescimento está se firmando na Índia e os indicadores antecedentes atingiram 99,5, de 99,3.


A OCDE informou que os indicadores antecedentes para seus 34 integrantes permaneceram inalterados em 100,3 em fevereiro, com queda nos EUA para 100,0, de 100,1. O dado da zona do euro avançou para 100,7, de 100,6.

Uma leitura de 100,0 sinaliza uma economia que vai crescer em sua taxa de tendência de crescimento, ou na média das últimas décadas, embora a taxa de tendência varie entre os países. As economias em desenvolvimento normalmente possuem taxas mais elevadas do que as economias desenvolvidas. /COM INFORMAÇÕES DA DOW JONES

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