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OCDE defende mais estímulo para combater recessão

Os governos e os bancos centrais precisam dar mais suporte para suas economias para amortecer o impacto da pior recessão em décadas, afirmou nesta terça-feira a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em sua mais recente edição do relatório "Perspectivas Econômicas", a entidade com sede em Paris pintou um quadro desolador de queda na produção, aumento do desemprego e incertezas financeiras que deve durar até o fim de 2009, na melhor das hipóteses. "Tendo como pano de fundo uma profunda desaceleração econômica, estímulos macroeconômicos adicionais são necessários", afirmou o economista-chefe da OCDE, Klaus Schmidt-Hebbel, no prefácio do relatório. O pedido feito pela organização é semelhante ao apresentado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) na semana passada. Os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a zona do euro já anunciaram ou estão planejando grandes pacotes de estímulo par ajudar a recuperar suas economias, depois de terem se comprometido com bilhões de dólares para salvar o sistema financeiro. A OCDE já havia divulgado, em 13 de novembro, um documento onde estimava um contração de 0,9 por cento da economia dos Estados Unidos no próximo ano, antes de se recuperar em 2010. Ao mesmo tempo, a organização estima uma queda de 0,1 por cento do PIB do Japão em 2009. Mas a entidade revisou suas projeções para a zona do euro. Agora, a OCDE espera uma contração de 0,6 por cento no próximo ano, acima dos 0,5 por cento estimados no início de novembro.

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