OCDE formaliza adesão do Chile como membro permanente

Entrada ainda depende da ratificação do Congresso; país será o primeiro da América do Sul a entrar no grupo

estadao.com.br

11 de janeiro de 2010 | 15h44

Menos de um mês após o Chile ser aceito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, e o ministro das Finanças chileno, Andrés Velasco, assinaram nesta segunda-feira, 11, em Santiago, o contrato de adesão do país como membro permanente da instituição.  Assim que o Congresso chileno ratificar o acordo, o Chile se tornará o 31º membro da OCDE e o primeiro da América do Sul a entrar no grupo.

 

O Chile foi convidado em maio de 2007 para integrar a organização, mediante o cumprimento de diversas exigências. Entre elas, estava a de estabelecer penas para pessoas jurídicas que cometam crime de lavagem de dinheiro, já aprovada pelo Congresso. “O Chile se comprometeu a um esforço contínuo para reformar sua economia. Sua experiência é muito valiosa para a OCDE neste momento histórico em que estamos trabalhando em temas como a desigualdade e os sistemas de pensões”, disse Velasco na cerimônia desta segunda.

 

A organização, que reúne os países mais industrializados do mundo, negocia atualmente a entrada de mais quatro países: Estônia, Israel, Rússia e Eslovênia.  Apesar de outros países emergentes, como o Brasil, a Índia e a China, manterem relações cordiais com a OCDE, eles ainda não foram convidados a aderir ao grupo.

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