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OCDE vê forte desaceleração para G7 e Brics; Brasil é exceção

O cenário econômico para os principais países industrializados e emergentes piorou sensivelmente em novembro, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico divulgados na segunda-feira, e o organismo internacional apontou para uma "desaceleração profunda" na economia dessas nações. O Brasil, segundo a OCDE, será uma exceção a esse cenário. Segundo a entidade, a economia do país passará por uma "desaceleração", mas ela não será profunda. O principal indicador da OCDE para as nações industriais avançadas do G7 caiu para 93,3 em novembro, contra 94,8 confirmados em outubro. Foi uma queda de 7,7 pontos em um ano. "O índice composto da OCDE para novembro de 2008 aponta para profundas desacelerações nas sete principais economias e em importantes economias não-membros da OCDE, particularmente China, Índia e Rússia", disse a OCDE em um comunicado. A maior queda mensal entre as economias do G7 ocorreu na Alemanha, em 2 pontos, o que levou seu indicador a 91,6. A menor queda foi na Itália, de 0,2 pontos, para 95,8 pontos. A queda para o G7 como um todo ficou em 1,5 pontos. O Japão caiu 1,6 pontos, para 93,7 pontos. Já os indicadores para Brasil, Rússia, Índia e China mantiveram o ritmo da queda apresentada em outubro, com a economia russa apresentando a maior baixa entre esses países, de 4,3 pontos. No Brasil, no entanto, o índice ficou em 101,3 pontos, contra 102,3 pontos em outubro, sendo o único país dentre os listados a permanecer acima dos 100 pontos, segundo a Agência Brasil. Em todas as economias do G7 e dos principais países emergentes analisados, exceto o Brasil, o cenário para o ciclo de crescimento foi descrito como de "forte desaceleração". Para o Brasil, a perspectiva é de "desaceleração". (Por François Murphy)

REUTERS

12 de janeiro de 2009 | 21h16

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