Oi nega que reestruturação cause mudança no controle

O presidente da Oi (ex-Telemar), Luiz Eduardo Falco, negou hoje que a reestruturação do grupo possa resultar em uma mudança no bloco de controle e, com isso, obrigar a empresa a fazer uma oferta de tag along (instrumento que promove a extensão do prêmio de controle aos acionistas minoritários). "Não vemos o menor risco disso acontecer", afirmou Falco. Segundo ele, a possibilidade de a operação ser interpretada como uma mudança no bloco de controle é tão remota que nem entrou no "radar" da companhia durante os meses em que foi negociada. Por isso, a Oi não tem um plano para financiar uma oferta de "tag along" para os acionistas da ação ordinárias da Telemar (TNLP3).Segundo ele, com a operação houve apenas uma reorganização entre os acionistas que já participavam do bloco de controle. Indagado novamente sobre o tema, Falco fez questão de minimizar a possibilidade, alegando que vê muito mais risco da operação não sair do papel pela análise da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ou de uma não mudança no Plano Geral de Outorga (PGO) do que por uma interpretação de uma mudança no bloco de controle do grupo Oi.

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