Óleo de palma concilia geração de renda com preservação
Conteúdo Patrocinado

Óleo de palma concilia geração de renda com preservação

Mantido há 20 anos pela Agropalma, projeto com produtores parceiros integrados e familiares comprova ser rentável e sustentável

Agropalma, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

28 de julho de 2021 | 07h30

Iracema da Silva Pinto trabalhava na plantação de mandioca, mas a renda não era suficiente para suprir suas necessidades básicas. Pedro Paulo Furtado Lima atuava na extração itinerante de madeiras, o que exigia que ele acordasse às 4h da manhã todos os dias e não conseguisse fincar raízes em lugar algum. As condições de vida deles e de outras 202 famílias da região de Tailândia (PA) mudaram, para muito melhor, a partir do momento em que se tornaram produtores de cachos de palma. “Foi um novo começo para a gente”, diz Pedro Paulo.

Essas famílias são parceiras da Agropalma, maior produtora de óleo de palma sustentável das Américas, em um projeto iniciado há 20 anos com a disponibilização de uma área regularizada pelo Governo Estadual. A Agropalma entrou com a assistência técnica, o fornecimento de insumos e a garantia de compra de toda a produção. “Muitas das famílias selecionadas tinham renda que as colocava abaixo da linha da miséria. Hoje, desfrutam de casa própria, carro e conforto”, orgulha-se o diretor agrícola da empresa, André Borba. A renda bruta dos agricultores familiares envolvidos aumentou, em média, 685%, chegando a R$ 6.082 por mês.

Comprometimento total

Além da remuneração segura e regular obtida do cultivo da palma, os agricultores têm a possibilidade de trabalhar também com outras culturas, como cacau e açaí. “A palma é colhida a cada dez dias, e, no período entre uma colheita e outra, sobra tempo”, descreve Iracema. Toda a família participa do projeto – mesmo os mais jovens não vislumbram melhor oportunidade na região. “Eu não vivi os tempos mais difíceis da família, mas a minha mãe me conta como era. Por isso valorizamos muito a parceria com a Agropalma e queremos continuar nessa atividade”, diz Adenilson Pinto, de 19 anos, filho de Iracema.

Além de atenuar o êxodo rural, o projeto contribui fortemente para o dinamismo econômico da região — comprovando, assim, que é possível conciliar geração de renda com sustentabilidade na Amazônia. "As famílias participantes se tornam agentes de consumo de bens e serviços, o que impulsiona novas oportunidades de trabalho e renda na comunidade", descreve Tulio Dias Brito, diretor de Sustentabilidade do conglomerado Alfa, do qual a Agropalma faz parte.

Uma das premissas do projeto é que os produtores associados sigam uma série de parâmetros no cultivo, na colheita, nas relações trabalhistas e nos cuidados ambientais, sem desmatamento nem queimadas. Tudo isso está previsto no Código de Ética e Conduta para fornecedores e prestadores de serviços. Essas regras são cobradas no dia a dia pela assistência técnica da Agropalma e verificadas, com mais profundidade, em auditorias anuais, como as realizadas em decorrência da certificação RSPO, que tem como propósito evitar impactos negativos do cultivo de óleo de palma no ambiente e nas comunidades. “O comprometimento dos produtores é muito alto, tanto que o índice de inadimplência é zero. Todos conseguem alcançar a meta mínima de produção”, conta o gerente de Agricultura Familiar e Parceiros da Agropalma, Felipe Bigarelli, referindo-se ao modelo em que os produtores recebem créditos que são posteriormente quitados com parte da produção.

Cadeia produtiva

A Agropalma conta com seis indústrias de extração de óleo bruto em Tailândia, um terminal de exportação em Belém (PA) e duas refinarias de óleo de palma, em Belém e em Limeira (SP). A empresa atua em toda a cadeia produtiva, do cultivo de mudas à elaboração do óleo refinado e gorduras especiais. No Brasil, cerca de 80% da produção deste óleo é destinada à indústria alimentícia, como matéria-prima para produtos de grande consumo, como biscoitos, sorvetes, bebidas lácteas e temperos. Ao todo, a empresa cultiva 39 mil hectares e possui outros 64 mil hectares em reservas florestais, as quais protege e monitora. Gera cerca de 6 mil empregos diretos e mantém agrovilas com completa infraestrutura para os colaboradores em Tailândia.

766E3C01-53A8-483E-9B06-CCE0C7108013
Muitas das famílias selecionadas tinham renda que as colocava abaixo da linha da miséria. Hoje, desfrutam de casa própria, carro e conforto
E0EAB005-9061-4B3D-86B9-AEB61693E313
André Borba, diretor agrícola da Agropalma

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.