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Olimpíada também atrai bancos para o Rio, diz Levy

O secretário de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro, Joaquim Levy, disse hoje que depois da escolha do Rio para sediar os Jogos Olímpicos de 2016, no último dia 2, esteve na reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Istambul, e lá teve contatos com bancos interessados em abrir escritórios no Rio. "Tem mais bancos querendo vir, abrir escritórios aqui", afirmou, na entrevista coletiva de divulgação do Boletim de Transparência Fiscal referente aos meses de julho e agosto.

ADRIANA CHIARINI, Agencia Estado

09 de outubro de 2009 | 16h28

Também disse que o evento atrai investimento e consolida a confiança no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro. "Depois que a gente conseguiu as Olimpíadas, vem mais dinheiro. Tem mais gente querendo fazer mais coisa no Rio", afirmou.

Na visão de Levy, a Olimpíada de 2016 "é só uma peça de uma estratégia mais ampla, que se beneficia das Olimpíadas, que, por sua vez, também se beneficia dessa estratégia mais ampla". De acordo com ele, essa estratégia envolve melhorar o ambiente de negócios, assim como, na segurança, levar serviços públicos para dentro das comunidades de baixa renda para pacificação, entre outros pontos. "A gente só entrou para concorrer à sede de Olimpíadas porque o Rio de Janeiro está indo para frente, está se transformando", afirmou.

Levy citou projetos de investimento que estimulam o crescimento econômico no Estado, como o petróleo da camada pré-sal, a construção dos submarinos nucleares, o Porto de Açu e o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj). "Tem R$ 50 bilhões de investimentos (no Estado do Rio). A (candidatura à sede da) Olimpíada só deu certo porque tem uma porção de coisa acontecendo", afirmou.

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