EFE/CARSTEN KOALL
EFE/CARSTEN KOALL

OMC e FMI pedem revitalização do comércio a líderes do G-20

Com o Bird, instituições fizeram declaração para os líderes do grupo das 20 economias mais desenvolvidas

Agências internacionais

06 Julho 2017 | 22h06

HAMBURGO, ALEMANHA - Os líderes da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) pediram nesta quinta-feira, 6, aos líderes do G-20 que concordem com ações para revitalizar o comércio e respaldar os trabalhadores. “O bem-estar econômico de bilhões de pessoas depende do comércio. Uma integração comercial maior pode ajudar a aumentar a renda e acelerar o crescimento global. Isso exige ações decisivas dos líderes mundiais que se reúnem para a cúpula do G-20 esta semana”, afirmaram os líderes em uma declaração conjunta.

Às vésperas do encontro de líderes do G-20, na cidade alemã de Hamburgo, enfrentamentos entre manifestantes antiglobalização e a força policial deixaram 76 policiais feridos levemente. A polícia dispersou os manifestantes com gás lacrimogêneo e canhões de água. O protesto reuniu cerca de 10 mil pessoas, muitas delas atirando pedras, garrafas e bombas caseiras contra os agentes.

Convocada com o tema “Bem-vindos ao inferno”, a marcha foi contida pela polícia quando os manifestantes tentavam se aproximar do centro de convenções onde os líderes vão se reunir hoje e amanhã. Neste sábado, dia 8, outra grande manifestação já está prevista.

As autoridades deslocaram cerca de 20 mil policiais de todas as partes da Alemanha para reforçar a segurança. Este será o primeiro encontro do presidente russo, Vladimir Putin, com o colega americano, Donald Trump.

Os incidentes continuaram em pontos isolados da cidade noite adentro, com os manifestantes sendo acompanhados por policiais. “As autoridades estão fazendo todo o possível para nos privar do direito de protestar”, disse Georg Ismail, um militante de extrema esquerda presente nos protestos. “As guerras, as mudanças climáticas e a exploração são o resultado desse sistema capitalista que o G-20 representa”, acrescentou. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.