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OMC projeta crescimento de 4,7% do comércio mundial em 2014

Apesar de superar os 2,1% de 2013, avanço está aquém da média dos últimos 20 anos

Fernando Nakagawa, da Agência Estado,

14 de abril de 2014 | 09h50

LONDRES - O comércio global deve ganhar força e o ritmo das exportações e importações deve mais que dobrar em 2014. A previsão foi divulgada nesta manhã de segunda-feira, 14, pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Para a entidade, as transações comerciais devem crescer 4,7% em 2014 na comparação com 2013, ano em que o comércio cresceu apenas 2,1%.

"Apesar de a previsão para 2014 ser mais que o dobro do aumento visto no ano passado, a estimativa permanece abaixo da média dos últimos 20 anos, quando o comércio internacional cresceu a um ritmo anual de 5,3%. Para os dois últimos anos (2012 e 2013), o crescimento médio ficou em apenas 2,2%", diz o relatório anual da OMC. Para a entidade presidida pelo brasileiro Roberto Azevêdo, o crescimento previsto em 2014 é apenas "modesto".

Para 2015, a entidade espera ritmo "ligeiramente mais forte" com crescimento do comércio exterior de 5,3%, exatamente no mesmo ritmo da média dos últimos 20 anos.

Sobre o fraco desempenho do comércio exterior em 2013, a OMC diz que o fenômeno foi resultado de uma combinação de fatores. Nas importações, houve demanda praticamente estável nos países desenvolvidos (+0,2% ante 2012) e crescimento mais moderado nos emergentes (+4,4%). Do lado das exportações, houve crescimento mais fraco que o visto no ano anterior: 1,5% nas economias centrais e 3,3% nos mercados em desenvolvimento.

"Nos últimos dois anos, o crescimento do comércio tem sido lento. Olhando para o futuro, se as previsões para as economias se confirmarem, esperamos uma recuperação ampla, mas modesta em 2014 e uma maior consolidação desse crescimento em 2015", disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

"É claro que o comércio vai melhorar à medida que a economia mundial melhora. Mas eu sei que só o aumento automático do comércio não é suficiente para os membros da OMC", completou em documento enviado à imprensa.

 

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