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ONS avalia ser inviável fazer obras contra apagão

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ainda não havia concluído o relatório sobre o apagão do último dia 10, que atingiu 18 Estados brasileiros, mas o diretor-geral da entidade, Hermes Chipp, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que dificilmente vai sugerir obras para evitar a repetição do incidente. "Teria de fazer praticamente um sistema redundante. É antieconômico", afirmou Chipp, que passou o feriado da Consciência Negra na sede do ONS trabalhando no documento que deve ser entregue amanhã ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico.

AE, Agencia Estado

22 de novembro de 2009 | 08h26

O executivo já havia adiantado que três curtos-circuitos quase simultâneos provocaram o desligamento das linhas que trazem energia de Itaipu.

Segundo ele, o incidente tem pouca probabilidade de acontecer, o que elimina a justificativa para investimentos de grande porte. "Se o relatório indicar que é preciso fazer alguma coisa preventivamente, faremos. Se tiver indicação de que podemos evitar o efeito dominó ou melhorar o tempo de recomposição, também faremos."

Chipp defendeu ainda que o Brasil altere o critério de segurança, analisando os investimentos em reforço da rede de acordo com o impacto econômico que a falta de energia pode trazer.

Ele negou que o sistema tivesse dependência excessiva de Itaipu naquele momento do apagão. "Ela (Itaipu) sempre opera com essa carga nessa época do ano, quando está com reservatório cheio e vertendo. A gente explora mais as usinas que estão com os reservatórios cheios, se não tiver nenhum problema de segurança, para poder reduzir o investimento em energia", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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