PILAR OLIVARES/REUTERS
PILAR OLIVARES/REUTERS

Onshore no País estava 'hibernado', diz secretário

Governo deve lançar, em agosto, o Reate, programa de revitalização da exploração de petróleo

Cristian Favaro, SÃO PAULO

04 de agosto de 2019 | 05h00

Diante do declínio da produção de petróleo em terra no Brasil, o secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério das Minas e Energia, Márcio Félix, afirma que o onshore brasileiro estava “hibernado”.

“Agora temos a diminuição de royalties para incentivar campos maduros, possibilidade de as empresas usarem reservas como garantias e a oferta permanente.” Hoje, 600 áreas estão na oferta permanente, mas o potencial é chegar a 2 mil áreas.

Segundo Félix, com as mudanças, a produção em terra deve atingir 500 mil barris de petróleo por dia até 2030, mais de quatro vezes acima dos 111,4 mil barris de 2018.

Em agosto, o governo deve lançar o Programa de Revitalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (Reate 2020), nova versão do divulgado em 2017.

Há dois anos, a promessa era de que a produção em terra triplicaria até 2030, para 500 mil barris por dia. Desde então, entretanto, os números mostraram tendência contrária.

José Fernando de Freitas, chefe da coordenadoria de Áreas Terrestres da Agência Nacional do Petróleo (ANP), reforça que ANP tem buscado modernizar regras e atrair novas empresas para o setor. / C.F.

 

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