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Opep decide não cortar produção e preços do petróleo desabam

Exportadores decidiram não alterar o ritmo atual de produção, de 30 milhões de barris por dia, mesmo com excesso de oferta; preços despencaram em Londres e em NY

O Estado de S. Paulo

27 de novembro de 2014 | 13h50

SÃO PAULO - A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), responsável por um terço da produção mundial do óleo, decidiu nesta quinta-feira, 27, manter o teto de sua produção inalterado em 30 milhões de barris por dia.

O ministro do Petróleo da Arábia Saudita confirmou que a Opep não cortará sua produção. "Isso está correto", afirmou Ali al-Naimi a jornalistas sobre a questão.

Ao serem perguntados sobre a decisão, ministros de petróleo do Kuwait e da Nigéria também confirmaram que a organização não alterará o teto atual. Segundo o representante do Irã em Viena, a Opep voltará a se reunir para discutir produção em junho do ano que vem.

Apesar de ter mantido a meta, a decisão significa que o grupo vai, na prática, buscar reduzir a produção, que tem excedido o limite em cerca de 300 mil barris por dia. Desde junho, o petróleo vem acumulado forte desvalorização em meio ao excesso de oferta da commodity.

Os preços do petróleo aprofundaram queda após a declaração do ministro saudita. Por volta das 14h15 (de Brasília), as cotações do petróleo WTI (negociado em Nova York) para janeiro caíam 4,19%, com o barril negociado a US$ 69,44. O petróleo Brent (negociado em Londres) caía 4,78%, negociado a US$ 79 por barril. (Com informações da Agência Estado e da Reuters).
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