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Opep manterá produção de petróleo inalterada em setembro--fonte

A Opep provavelmente manterá a produçãode petróleo inalterada em sua reunião em setembro, uma vez queos preços permanecem em patamares relativamente altos, apesarda brusca queda desde o pico de julho, disse uma fonte docartel de produtores nesta segunda-feira. O petróleo bruto dos EUA foi comercializado nestasegunda-feira a cerca de 115 dólares o barril, aproximadamente30 dólares abaixo do recorde do mês passado. A Arábia Saudita, maior exportador de petróleo, impulsionoua produção em julho para o maior nível em 27 anos com aintenção de atender ao aumento da demanda e ajudar a controlaros preços recordes. Alguns dos membros mais influentes da Opep disseram que ogrupo deveria reduzir a produção na próxima reunião no dia 9 desetembro, caso os preços continuem caindo. "Eu acho que a produção continuará a mesma", falou umafonte da Opep. Os membros da Opep querem preços que impeçam um desgaste dademanda a longo prazo, capazes de encorajar o crescimento daeconomia global, afirmou a fonte, relutando em definir um preçoideal. A Opep extrai mais que um terço do petróleo mundial. Autoridades do grupo de produtores resistem a apresentaruma meta de preço, em parte porque cada membro do grupo tem umanecessidade diferenciada para equilibrar seu orçamento. A Venezuela e o Irã estão entre os membros da Opep quedependem de preços mais altos e são os primeiros a solicitarabertamente uma redução da produção, caso o mercado continuecaindo. INCERTEZAS A produção mundial de petróleo foi mais que suficiente paraatender a demanda a curto prazo, mas o consumo deve aumentar noinverno, declarou a fonte. A demanda sazonal deve suavizar o impacto a curto prazo daqueda no consumo em países industrializados, afirmou. O efeito da diminuição da demanda de petróleo seria maisnítido após o inverno. "Há inúmeras incertezas no mercado", anunciou. "Nós nãosabemos qual será a demanda e teremos que observar atentamentea economia norte-americana. Não sabemos qual abastecimento virádos produtores fora da Opep. Não sabemos de estoques." A demanda dos EUA caiu 800 mil barris por dia (bpd) noprimeiro semestre de 2008, a maior queda em 26 anos. Mas alongo prazo, os fundamentos parecem firmes, segundo a fonte. Economias emergentes lideradas pela China continuammostrando forte demanda, enquanto os produtores fora da Opepenfrentam dificuldades para aumentar a produção, falou. "A longo prazo, o mercado está apertado", disse a fonte. "Ademanda por petróleo ainda está crescendo e alternativas aopetróleo não conseguem responder às necessidades de imediatoespecialmente...". (Por Simon Webb)

REUTERS

25 de agosto de 2008 | 17h04

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