Operação do Ministério Público prende três funcionários da CSN

Esquema de corrupção na companhia pode ter desviado R$ 3 milhões; funcionários são suspeitos de operar fraude 

Fernanda Guimarães, O Estado de S. Paulo

25 de março de 2015 | 10h27

SÃO PAULO - Uma operação do Ministério Público de São Paulo prendeu na segunda-feira, 23, três funcionários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), suspeitos de operar um esquema de superfaturamento em compras e o pagamento para facilitação nas concorrências internas. Segundo apurou o Broadcast, da Agência Estado, o esquema pode ter desviado cerca de R$ 3 milhões da empresa.

Segundo nota do MP, os empregados do setor de compras estavam sendo investigados juntamente com intermediários de empresas fornecedoras da siderúrgica. "A investigação já comprovou que o valor desviado foi utilizado pelos suspeitos para a aquisição de bens, parte deles já recuperados", destaca o Ministério Público.

Em nota, a CSN informou que os controles internos "identificaram indícios de irregularidades em processos específicos de compras" e que apurações internas foram realizadas e, posteriormente, encaminhadas ao Ministério Público "para investigação e medidas legais cabíveis".

"Como o processo está em andamento, ainda não é possível quantificar com exatidão os valores envolvidos", esclareceu a companhia.

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