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Operação prende dez pessoas acusadas de fraudar o INSS

A Polícia federal, em conjunto com o Ministério Público e Ministério da Previdência Social que integram a Força Tarefa Previdenciária, deflagraram nesta quinta-feira a Operação Cabo, com respaldo no Inquérito Policial instaurado em janeiro deste ano. A operação foi cumprida nas Agências da Previdência Social nos municípios de Cabo de Santo Agostinho e Recife, em Pernambuco. Dez pessoas já foram presas, entre elas quatro funcionários da Previdência Social de Pernambuco. A estimava do desvio chegou a quase R$ 1 milhão, sem contar que em se tratando de menores, até atingir aos 18 anos, o valor poderia chegar a alguns milhões anualmente, causando enormes prejuízos aos cofres públicos.A quadrilha é acusada de manter um esquema em fraudar o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) no preenchimento dos requerimentos para fins de concessão de benefícios de pensão por morte previdenciária. Cadastros de Pessoa Física (CPFs) e identidades falsos poderiam ser utilizados junto da inserção indevida de procuradores, alterações de endereços, falsificação de memorandos internos da Previdência, agilização indevida de processos, entre outras irregularidades.Ao todo foram expedidos 14 mandados de busca e apreensão, dez mandados de prisão e dois mandados de seqüestros de Bens Móveis, adquiridos possivelmente com dinheiro oriundo da fraude. O processo corre em segredo de justiça. Segundo a PF, as irregularidades consistiam na utilização de documentos falsos, seja pela inexistência do óbito ou pela alteração da data, a fim de aumentar o período de pagamento a que faz jus o menor.

Agencia Estado,

17 de agosto de 2006 | 12h28

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