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Operador da BM&F continua internado em estado grave em SP

Funcionário da Corretora Itaú atirou contra o próprio peito durante o pregão de segunda-feira da Bolsa

Ana Luísa Westphalen, da Agência Estado,

18 de novembro de 2008 | 16h17

O operador de 36 anos da Corretora Itaú, que atirou contra o próprio peito na tarde de segunda-feira no prédio da BM&F, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Isabel, filial particular da Santa Casa de Misericórdia, em Higienópolis. Segundo informações do hospital, o estado dele é grave, porém estável.   Veja também: Operador tenta suicídio no pregão da BM&F   Na segunda, após ser atendido no ambulatório da BM&F e na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o operador foi transferido para o centro cirúrgico do hospital Santa Isabel. À noite, foi submetido a uma cirurgia.   A Itaú Corretora informou que estava prestando assistência ao funcionário e à família "e em respeito ao ser humano" não comentaria o caso. Segundo colegas, ele voltara recentemente de uma licença médica.   "O trabalho de um operador de pregão é extremamente estressante, comparável ao de um operador de vôo ou médico de pronto-socorro e diante da crise econômica o estresse é ainda maior", diz a presidente da Isma-BR, braço brasileiro da International Stress Management Association, Ana Maria Rossi. "Em geral, se a pessoa possui outras atividades e leva uma vida saudável, ela suporta a pressão. Porém, se algo mais não vai bem, ela pode tomar atitudes extremas."

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