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Operador francês sabia que estava operando ilegalmente

Transcrições de conversas entre Jérôme Kerviel, o operador do banco francês Société Générale (SocGen) acusado de provocar rombo de 4,9 bilhões com operações fraudulentas, e Moussa Bakir, 32 anos, corretor de uma subsidiária do banco chamada Newedge, sugere que Kerviel estava bastante ciente da gravidade de suas ações. A troca de mensagens eletrônicas instantâneas, ocorrida entre outubro do ano passado e janeiro deste ano, revela um Kerviel que ao mesmo tempo em que se mostrava temeroso das conseqüências de seus atos, se gabava do próprio "poder". Nas conversas, o operador e o corretor tentam acalmar um ao outro e brincam com a possibilidade de irem parar na cadeia. A revelação das mensagens aumentou a pressão sobre o SocGen, que sustenta que Kerviel fez tudo sozinho, sem o conhecimento de ninguém no banco. O corretor Bakir foi chamado para ajudar no inquérito e ficou sob custódia durante 48 horas na condição de ?testemunha auxiliar?, status intermediário entre uma testemunha normal e um suspeito. Ele foi liberado no sábado sem nenhuma acusação formal, mas em breve deve ser novamente intimado a depor. As informações são com agências internacionais e do jornal O Estado de S. Paulo.

AE, Agencia Estado

11 de fevereiro de 2008 | 09h04

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