Operadora com atitude de empresa de software

Operadora com atitude de empresa de software

Antes de criar a GVT, Amos Genish foi presidente da Edunetics, uma empresa americana de software que chegou a ter ações negociadas na bolsa eletrônica Nasdaq, e foi vendida para a National Education Corporation em 1996. A GVT foi criada para competir com as concessionárias de telefonia, que vieram do Sistema Telebrás. E tem até agora uma trajetória de sucesso, uma exceção entre as empresas competitivas (espelho), não somente no mercado brasileiro, mas em todo o mundo.

, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2010 | 00h00

"A experiência em tecnologia da informação nos ajudou, porque não seguimos a sabedoria convencional das telecomunicações", disse Genish. "Se tivesse ouvido o pessoal de telecomunicações, teria construído uma rede de voz, e não uma rede de protocolo de internet." Ele explicou que, por causa de sua experiência de sete anos nos Estados Unidos, sabia desde o começo que o futuro estava na banda larga. Por isso, construiu uma rede preparada para prestar vários serviços, e não somente de voz.

Na sexta-feira, a Vivendi anunciou as condições da oferta pública de compra das ações da GVT, para fechar o capital da companhia. "Não posso dizer que estou entusiasmado e feliz de ver a GVT fechando o capital, honestamente", disse Genish. "O capital aberto traz uma pressão muito interessante ao negócio, faz com que você pense de forma mais clara e que escolha metas bem definidas. Se você faz alguma coisa errada, todo mundo vê." / R.C.

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