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Operadoras passam por reestruturação

Enquanto traçam estratégia agressiva de expansão para abocanhar mais clientes no mercado nacional, as operadoras de telefonia móvel no Brasil passam por um movimento de reestruturação interna que pode mudar a configuração de seus negócios. A Oi, que está em processo de fusão com a Portugal Telecom (PT), deverá levantar entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões, com uma oferta pública primária de ações para concluir a operação. Um consórcio de bancos, capitaneado pelo BTG, está costurando a transação financeira.

O Estado de S.Paulo

17 de março de 2014 | 02h05

O mercado também especula qual será o futuro da TIM Brasil.

O presidente executivo da Telecom Itália, Marco Patuano, reiterou o comprometimento da companhia, dona da TIM no País, com o mercado nacional, em recente conversa com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Roger Solé, diretor de marketing da subsidiária italiana no mercado brasileiro, reiterou que a empresa mantém o compromisso de investir R$ 11 bilhões entre 2014 e 2016, dos quais 90% serão aportados em infraestrutura.

Há meses o mercado especula sobre a chance de a TIM ser dividida entre suas concorrentes no Brasil, após a espanhola Telefônica ter feito acordo no ano passado para aumentar sua fatia no grupo de controle da Telecom Itália.

O Cade (Conselho Administrativos de Defesa Econômica) disse em dezembro que a Telefônica terá de vender sua participação na TIM ou buscar um novo parceiro para a Vivo, braço de telefonia móvel da Telefônica Brasil.

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