Operários de usinas em RO ainda discutem reajustes

Representantes das usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, e do Sindicato da Indústria da Construção (Sinicon) estão reunidos desde o meio-dia (horário de Brasília) de hoje com os trabalhadores da região. Eles tentam chegar a um consenso em relação à reivindicação dos operários, que exigem aumento de salário, plano de saúde e pagamento de horas extras, entre outros itens. A intermediação está sendo feita pela desembargadora Maria Cezarineide Souza Lima, presidente do Tribunal Regional do Trabalho.

BETH MOREIRA, Agencia Estado

24 de setembro de 2009 | 16h19

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Construção Civil do Estado de Rondônia (Sticcero), cerca de 10 mil trabalhadores estão envolvidos nas obras das usinas, administradas pelas concessionárias Energia Sustentável do Brasil e Santo Antônio Energia.

As negociações para reajuste de salário, que ocorreram nos últimos 12 dias, não resultaram numa proposta de interesse dos operários, ainda de acordo com a entidade. As condições apresentadas pelas empresas foram recusadas por trabalhadores da Usina de Santo Antonio, em assembleia realizada na manhã de ontem, mas não chegaram a ser votadas em Jirau, porque um grupo de trabalhadores, que não é ligado ao sindicato, paralisou os trabalhos e impediu a realização da assembleia.

Por meio da sua assessoria de imprensa, o consórcio Santo Antônio Energia informou apenas que as obras na usina seguem em ritmo normal. Já o consórcio Energia Sustentável do Brasil (Jirau) disse que, por enquanto, prefere não se pronunciar sobre o assunto.

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