Oportunidades em 4 G e TV por assinatura

Evolução constante do setor mantém procura para contratar engenheiros em telecomunicações

O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2013 | 02h21

"Hoje, com empresas empresas investidno investindo em 4G e em TV por assinatura relativamente estável, há grande pressão para contratar engenheiros de telecomunicações. Não há excedente em oferta desse profissional", diz Nunes da Michael Page. CEO da Talk Telecom, engenheiro eletrônico e de telecomunicações, Alexandre Dias, de 41 anos, concorda.

"É uma área que já soma 268 milhões de celulares. Há espaço para quem está preparado."

O profissional de telecomunicações mantém a comunicação entre as centrais realizada por meio de fibras óticas, cabos, antenas e voz.

Dias começou a carreira no momento da privatização da telefonia no País. "Fui trabalhar em consultoria de sistemas e, depois de quatro anos, abri uma empresa de consultoria, me especializei em rede de dados. Hoje, a empresa é especializada em voz na rede."

A diretora de RH da Claro, Renata Prudente, diz que hoje existe muito mais vaga do que profissional habilitado. "Já é notório o gap existente no mercado, especialmente para os engenheiros de telecom. Estes profissionais, além de poucos, já entram no mercado com um piso salarial alto, o que muitas vezes dificulta a contratação."

Evolução. O especialista na área de GPRS (transmissão de dados por meido da rede de celular) da Claro, Alexandre Martins, de 37 anos, diz que o mercado, principalmente em telefonia móvel, está em constante evolução.

"Desde que eu entrei na companhia, já foram quatro tecnologias de rede diferentes lançadas: TDMA, depois veio o 2G (GSM), em seguida o 3G (UMTS) e agora o 4G".

Martins acredita que este é um mercado com muitas oportunidades de trabalho, tanto pelo lado do fornecedor quanto pelo das operadoras.

"O que aumenta a empregabilidade é esta constante evolução das redes e dos serviços, que faz com que a demanda por mão de obra qualificada seja sempre necessária", afirma.

Ele ressalta, porém, que o profissional precisa estar atento a estas evoluções e procurar sempre se atualizar, para não correr o risco ficar "obsoleto".

"Uma coisa é certa: é um mercado extremamente dinâmico e o profissional deve estar sempre atento às novas tecnologias e às inovações", completa.

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