Ordem na Vale é 'desinvestir'

Maior mineradora global, a Vale intensificou sua política de desinvestimentos em ativos não estratégicos nos últimos anos. O objetivo é manter a disciplina de capital e centrar forças no minério de ferro, seu principal negócio, onde desenvolve um projeto de US$ 17 bilhões em Serra Sul, Carajás.

O Estado de S.Paulo

10 Dezembro 2014 | 02h02

No ano passado, a Vale levantou US$ 6 bilhões com a venda de ativos, mais que três vezes o valor registrado com desinvestimentos em 2012 (US$ 1,47 bilhão). A conta inclui a venda de fatia nas empresas de logística Log-In e VLI, além de participações na Norte Energia, na norueguesa Norsk Hydro e na fabricante chilena de cobre Tres Valles, além de fluxos pagáveis de ouro produzidos como subproduto durante a vida útil das minas de Salobo (cobre) e Sudbury (níquel).

Em 2014 a movimentação foi mais discreta. Antes da venda de parte do negócio de carvão em Moatize para a Mitsui a empresa divulgou apenas a saída do fundo de investimentos em participações (FIP) Vale Florestar.

Ainda estão na fila 15 navios Valemax, a participação na MRS e ativos da área de fertilizantes, além de uma eventual oferta pública da divisão de metais básicos da companhia.

A estimativa é l evantar entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões.

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