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Orientação é preservar direitos trabalhistas, diz ministro do Trabalho

Ronaldo Nogueira ressaltou em almoço com empresários que retirar 13º salário, FGTS, férias e benefícios não faz parte da agenda do governo

Ricardo Leopoldo, O Estado de S.Paulo

19 Setembro 2016 | 19h16

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ressaltou nesta segunda-feira, 19, que a orientação do governo Michel Temer "é de que todos os direitos trabalhistas serão preservados". 

De acordo com o ministro, "não faz parte da agenda do governo retirar o 13º salário, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), aviso prévio, férias, vale transporte e vale refeição. A jornada de trabalho permanecerá como está", disse em evento no Sindicato dos Comerciários de São Paulo. 

"A minha tribo é o trabalhador", destacou o ministro, dizendo que já foi desempregado e foi um dos fundadores do sindicato de comerciários em Carazinho, no Rio Grande do Sul. Ele disse que a política do governo é tornar o trabalhador como protagonista.

"Visamos atualizar a legislação trabalhista em três eixos: segurança jurídica, criar oportunidades de ocupação para 12 milhões de pessoas sem emprego e consolidar direitos, não revogá-los." 

No início do mês, uma declaração do ministro sobre o aumento do teto diário para a jornada de trabalho teve forte repercussão. A pedido de Temer, Nogueira saiu a campo para esclarecer que a proposta é a flexibilização e não o aumento da jornada.

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