'Os aviões têm pouco espaço interno'

A paisagista Sônia Maria da Silva, de 50 anos, já ficou no meio do saguão do aeroporto de São José dos Campos, esperando por um voo que tinha São Paulo como destino. "Já fui parar na sala vip também. Quando atrasa, parece que nada acontece. E a gente fica lá, sem ter o que fazer, esperando pelo voo", diz.

Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2011 | 00h00

A grande crítica dela é em relação à falta de esclarecimento das companhias aéreas quando há atrasos ou outro tipo de complicação. "Nesse momento elas falham. Mas a maioria das empresas sempre me ofereceu um atendimento bom", diz. Em média, ela faz três viagens por ano para São Paulo.

No Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, não é difícil encontrar passageiros como Sônia, desconfiados dos serviços das companhias. Na tarde da última quinta-feira, acompanhada da mãe, Maria Ribeiro de Castro Silva, de 70 anos, torcia para não enfrentar atrasos.

Na avaliação de Sônia, o período de férias escolares é a pior época do ano para viajar. Os atrasos e filas aumentam muito, diz ela. "As férias estão próximas e com certeza tudo deve ficar mais complicado."

Para ela, os problemas não terminam dentro do avião. As poltronas poderiam ser mais largas e espaçadas uma das outras, diz. "As aeronaves de algumas empresas são muito pequenas. É muito ruim."

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