Os investimentos ideais para cada bolso

Para trabalhadores que não têm nenhuma conta pendente uma alternativa é destinar parte dos recursos a investimentos, mesmo que o valor da primeira parcela do 13.º seja pequeno. O mercado oferece opções para todos os tipos de bolso. Mas nesse caso, segundo o analista-chefe do Centro Brasileiro de Orientação em Finanças Pessoais (Forex), Alexandre Leco, é preciso analisar os objetivos e o perfil do investidor.O PGBL seria uma boa aplicação, já que o investidor poderia contar com o desconto do valor da contribuição na Declaração do IR de 2001, limitado a 12% da renda bruta, diz. "Mas lembre-se de que, quando resgatar o dinheiro e este for superior a R$ 900,00, haverá tributação do IR."Os mais conservadoresNa opinião do diretor-presidente da Money Marker Investment Advisory, Fábio Colombo, para os mais conservadores a carteira ideal é destinar 75% para fundos DI e 25% para renda fixa; e para investidores com perfil moderado, 15% em bolsa, 65% em DI e 20% em renda fixa. Quem está disposto a enfrentar as fortes oscilações da bolsa poderia alocar até 25% em ações. "Esse é o melhor momento para entrar nesse mercado, pois o preço dos papéis está bastante atraente."A aplicação em fundos, porém, não é indicada para quem vai usar o dinheiro em período inferior a 30 dias por causa da cobrança do IOF. Essa recomendação deve ser seguida principalmente por quem não tem recursos para pagar contas que vencem em janeiro, como IPVA, diz Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Anefac. Veja quarta-feira no Finanças Pessoais uma série de reportagens sobre o 13º salário.

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