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'Os jogos sociais vão crescer muito'

Tommy Palm, o 'guru' de jogos da King

Entrevista com

Bruno Capelas, O Estado de S.Paulo

14 de outubro de 2013 | 02h06

O sueco Tommy Palm é um dos homens por trás do sucesso de Candy Crush Saga. Para ele, a chave para o futuro da indústria dos games é a interação entre os jogadores.

Os maiores sucessos recentes dos jogos têm uma estrutura comum, com fases, recompensas e estrelas. É uma receita, como os blockbusters de Hollywood?

Nossos jogos têm essa estrutura, mas essa receita não funciona sempre. É só algo que agrada nossos jogadores. É simples, mas cria a sensação de progresso e desafio de um jeito divertido. Estamos trabalhando para achar coisas novas, diferentes e divertidas.

Dos jogadores de Candy Crush Saga, 69% são mulheres, o que é algo incomum para o mercado de jogos. O que você acha disso?

Estamos muito felizes que isso aconteça. Quando pensamos em um jogo que se encaixe para toda a família, sabemos que ele vai funcionar se as mulheres gostarem dele.

A indústria tradicional de games fez muitos jogos para meninos e adolescentes, mas agora as coisas estão mudando.

Em que estágio de Candy Crush Saga você está agora?

Estou travado no estágio 149, embora esteja há alguns dias sem jogar.

Você é um viciado em Candy Crush Saga?

Não. O jogo é parte do meu trabalho há mais de um ano, mas ainda me divirto com ele. Ajudo minha mãe e minha irmã a passarem de fase. Sempre que entro num avião, tenho uma ótima oportunidade para pegar meu tablet e tentar avançar mais um nível do jogo.

Você cria jogos desde os anos 1990. O que falta ser explorado?

A área de jogos sociais tem muito a crescer. Hoje, muita gente começa a jogar porque pode interagir com amigos e família. Os dispositivos móveis são grandes aliados nisso, porque você pode se conectar de qualquer lugar para se divertir com quem quiser.

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