Os termos da oferta da Cosan

Pela proposta feita pela Cosan, Rumo e seus acionistas ficam com 36,5% - Cosan terá 27,4% e os fundos TPG e Gávea, 4,56% cada. BNDESPar, braço de participações do BNDES, terá 7,69% do negócio. Os acionistas privados Wilson de Lara, Ricardo Arduini e sua esposa Júlia, somam, juntos, 7,19%.

O Estado de S.Paulo

26 de fevereiro de 2014 | 02h05

Os fundos de pensão Previ, dos funcionários do Banco do Brasil) e Funcef (da Caixa Econômica Federal) e o BRZ (que tem como cotistas Funcef, Petros, Postalis, Forluz e Valia) ficam com 8,17%. O restante, 40,4%, é negociado em bolsa.

Farão parte do bloco de controle Cosan, TPG, Gávea e BNDESPar, braço de participações do BNDES. Os acionistas privados, além dos fundos de pensão Previ, Funcef e o BRZ ficam de fora.

Para incorporar a ALL, a Rumo terá de abrir o capital. A Cosan também vai propor aos seus acionistas cisão parcial de seus ativos, operação independente das conversas com a ferrovia. O valor potencial da nova empresa é calculado em R$ 14 bilhões, excluindo endividamento, de cerca de R$ 6 bilhões.

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