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Otimismo com Dia dos Namorados é o maior desde 2006

O otimismo do comércio com o faturamento no Dia dos Namorados é o maior desde 2006, de acordo com pesquisa divulgada hoje pela Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. Pelo levantamento, 57% dos varejistas estimam faturamento maior que o registrado no mesmo período de 2010, enquanto 30% esperam o mesmo nível e 13% preveem queda. O otimismo em 2011 cresceu três pontos porcentuais ante 2010, quando 54% dos empresários esperavam alta nas vendas.

CIRCE BONATELLI, Agencia Estado

30 de maio de 2011 | 14h41

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia dos Namorados entrevistou 1.015 executivos de empresas de todo o Brasil, e foi realizada de 9 a 16 de maio. A pesquisa é realizada desde 2006.

Na avaliação por porte, o levantamento aponta que 75% das grandes empresas do varejo apostam em crescimento do faturamento neste Dia dos Namorados (12 de junho) em comparação com a mesma data em 2010. Em seguida aparecem as empresas médias (65%) e pequenas (57%). Na análise regional, o Centro-Oeste tem a maior parcela de varejistas otimistas, com 65%. Em seguida aparecem Nordeste (62%), Sudeste (56%), Sul (53%) e Norte (44%).

Presentes e gastos

Para os varejistas, 27% dos consumidores gastarão até R$ 50 com o presente do Dia dos Namorados; 39% entre R$ 51 e R$ 100; 25% entre R$ 101 e R$ 200; 6% entre R$ 201 e R$ 300; 2% entre R$ 301 e R$ 500 e 1% com gastos acima de R$ 500.

Os presentes mais procurados devem ser roupas, sapatos e acessórios (29%); perfumaria e cosméticos (22%); celulares e smartphones (19)%; flores (12%); chocolates e doces (6%); joias e relógios (5%); eletrônicos (3)%; discos de Blu-Ray, DVD, CD e livros (1%); eletrodomésticos (1%); refeição comemorativa em restaurante (1%) e viagem (1%).

Pagamento

A Serasa Experian avalia que, para viabilizar o faturamento maior, o varejo deve empreender promoções e facilitar o pagamento. Como reflexo disso, os comerciantes esperam 46% das vendas à vista e 54% a prazo. O dado representa uma inversão ante as expectativas do ano passado, quando a estimativa de vendas à vista (51%) era maior que das vendas a prazo (49%).

Entre as vendas à vista, 38% devem ser em dinheiro; 26% em cartão de crédito; 19% em cartão de débito; 15% em cheque; 1% em cartão da própria loja e 1% em outros. Nas vendas a prazo, 51% devem ser em cartão de crédito parcelado; 25% em cheque pré-datado; 17% em financiamento ou crediário; 3% em cartão de débito parcelado; 2% em cartão da própria loja parcelado e 2% em outros.

O levantamento também destaca queda na participação das compras com dinheiro de 41% na data de 2010 para 38% na data de 2011, por conta da utilização crescente dos cartões de crédito e de débito.

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