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Otimismo cresce, mas dados de comércio são fracos

O déficit comercial dos Estados Unidos aumentou em março e as exportações da China caíram fortemente em abril, mostraram números nesta terça-feira, mas os bancos centrais expressaram algum otimismo de que o pior para a economia global já passou.

JOHN WALLACE, REUTERS

12 de maio de 2009 | 22h00

Bancos comerciais, no centro da crise, continuaram a atrair o foco dos mercados. Vários grandes bancos norte-americanos empreenderam grandes esforços para levantar capital, esperando satisfazer os reguladores. Fontes disseram que a resistência dos bancos europeus deveria ser testada.

Alertas contra o otimismo em excesso vieram de várias autoridades importantes, incluindo o presidente do Banco Mundial e o chefe do Federal Reserve Bank de Atlanta. Os investidores em ações pareceram concordar.

As ações globais caíram e os preços do petróleo se retraíram depois de alcançar 60 dólares o barril, à medida que um rali em ativos de maior risco perdeu força por preocupações de que as expectativas para a recuperação da economia devem ter sido revisadas.

"Os mercados estão parecendo um pouco sobrecomprados", disse Mike Lenhoff, estrategista-chefe na Brewin Dolphin. "Eles tiveram um forte movimento em um curto espaço de tempo e eles precisam de um período de consolidação."

O déficit comercial dos Estados Unidos se elevou em março pela primeira vez em oito meses, mas os números foram um consolo. Tanto as exportações quanto as importações cederam, mas a diferença entre elas não foi tão grande quanto se esperava. A queda na demanda poderia estar se aproximando de um piso.

Uma redução de 22,6 por cento nas exportações chinesas em abril --baixa maior que a esperada-- mostrou uma demanda global menor, com os exportadores japoneses encontrando dificuldades.

(Reportagem de correspondentes da Reuters no mundo)

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