Fabio Motta/AE
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Otimista, Mantega prevê crescimento de até 5% em 2010

Em palestra durante o Fórum Nacional, ministro da Fazenda destaca sinais de recuperação da economia do País

Jacqueline Farid, da Agência Estado,

18 de maio de 2009 | 16h29

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta segunda-feira, 18, que a economia brasileira deverá registrar crescimento entre 3% e 4% no último trimestre de 2009, ante igual período de 2008. Ainda de acordo com o ministro, em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ter uma expansão de 4% a 5%.

 

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Mantega fez uma palestra otimista no XXI Fórum Nacional, na qual destacou sinais de recuperação na economia internacional e sobretudo na do Brasil. "A partir de março, já há sinais de recuperação no Brasil, estamos detectando alguns sinais de melhoria na economia brasileira", disse o ministro, que citou, como exemplo, o aumento nos preços das commodities e dos níveis de crédito (que considera ainda insuficiente), a queda nas taxas de juros, o retorno da captação externa e um fortalecimento do mercado de capitais.

 

O ministro encerrou sua palestra com um recado otimista: "Acredito que estejamos diante da oportunidade do Brasil se tornar protagonista, se recuperar mais rapidamente que outros países e participar desse novo ciclo."

 

Segundo ele, os novos protagonistas da economia mundial, incluindo o Brasil, "vão dividir a hegemonia da economia mundial com os que a detêm, os emergentes passariam a compartilhar essa dinâmica e, quem sabe, tomarão a dianteira". Para Mantega, a crise econômica "vai acelerar mudanças que estavam em curso na economia mundial". "Estamos diante de uma nova dinâmica, com nova correlação de forças e enfraquecimento do dólar, euro, libra e iene e fortalecimento do yuan, real, rupia e rublo."

 

De acordo com o ministro, "a impressão é de que há alguma melhora no cenário internacional, ainda que a crise esteja longe de ter acabado". Ele citou como sinais desse movimento de melhoria "alguma estabilização nos bancos, sobretudo americanos" e a restauração da confiança com as decisões tomadas pelo G-20 e pela administração Obama. "Isso não significa que a crise tenha acabado e o crédito esteja restabelecido, muito longe disso, apenas estamos engatinhando, dando passos iniciais para restabelecer o crédito."

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