PAC 1 cumpriu objetivos, defende Miriam Belchior

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou hoje que a primeira fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1) cumpriu com êxito os objetivos que o governo colocou em janeiro de 2007, como o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) no País, dos investimentos e dos empregos formais. Segundo ela, áreas ligadas ao PAC ajudaram na geração de renda e emprego.

RENATA VERÍSSIMO, Agencia Estado

29 de julho de 2011 | 11h08

A ministra disse que na área de energia, a criação de posto de trabalho foi uma vez e meia maior que a média do País. "Isso demonstra a influência do PAC no aumento do emprego e geração de renda no País", afirmou a ministra, na abertura da solenidade do primeiro balanço do PAC 2. Belchior disse que o Brasil retomou o planejamento de obras estruturantes para o País.

"O Brasil usou 4 anos para reaprender a fazer obras no País", disse. "O governo teve que tirar amarras institucionais durante 4 anos. Os Estados e municípios também tiveram que fazer projetos, que não tinham, e montar equipes para executar obras. O setor privado teve que se adaptar ao novo momento, com novas exigências de produtividade", completou.

A ministra disse que o PAC 1 permitiu que o Brasil vencesse vários gargalos. Para manter o ciclo virtuoso, disse Belchior, o governo decidiu lançar, no ano passado, o PAC 2. "Agora temos capacidade de fazer ainda melhor e enfrentar desafios que não tivemos condições de vencer na gestão anterior", afirmou.

Segundo ela, o governo manterá a iniciativa de apresentação periódica do balanço do PAC. "Esta ação coaduna com a visão de transparência do governo com a sociedade e serve como indução interna para que as ações se realizem dentro do prazo", explicou. Belchior justificou que é normal que a conclusão das obras extrapolem o período do PAC. Na primeira fase, 18% do valor terminou depois de 2010, como a usina hidrelétrica do Madeira (RO). "Não é o ideal, mas é natural", disse. Citando o empresário Jorge Gerdau como autor da frase, a ministra disse que "meta não cumprida é meta superestimada".

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