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País cai em rankings internacionais

Enquanto o governo tenta destravar o ambiente de negócios, a economia brasileira fica cada vez mais para trás nos rankings internacionais que medem a competitividade dos países.

26 de setembro de 2013 | 18h55

Entre 2012 e 2013, o País caiu da 48.ª para a 56.ª posição no Relatório Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). A conclusão da lista, que é feita em parceria no Brasil com a Fundação Dom Cabral (FDC) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC), é que o País voltou à situação de 2009.

Por trás disso, estão problemas de infraestrutura, o pessimismo dos empresários e a piora na economia.

Na América Latina, o Brasil está em desvantagem em relação ao Chile (34.ª posição e líder regional), Panamá (40.º lugar), Costa Rica (54.º) e do México (55.º). A situação brasileira só é melhor que em locais de forte intervenção do governo na economia, como Argentina (queda de dez posições, para a 104.ª colocação) e Venezuela (número 134 da lista).

Dos cinco países do Brics, China (29.º lugar) segue na liderança, seguida pela África do Sul (53.º), Brasil (56.º), Índia (60.º) e Rússia (64.º).

A Suíça liderou a lista das economias mais competitivas pelo quinto ano consecutivo, seguida por Cingapura, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos.

Demora. Outro levantamento divulgado no ano passado pelo Banco Mundial mostra que ficou mais difícil para uma empresa de pequeno porte fazer negócios por aqui. O Brasil perdeu dois postos e ficou na 130.ª posição entre 185 países.

Começar um negócio por aqui demora 119 dias e pede 13 procedimentos diferentes, de acordo com o estudo. Em Cingapura, a líder do ranking, são apenas três dias.

Em outros indicadores, o País também está mal posicionado. Na facilidade para uma pequena empresa conseguir crédito, ficou apenas o 104.º lugar. Em impostos, aparece em 156.º.

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