Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

País precisa de cada molécula de gás da Bolívia, diz Gabrielli

Presidente da Petrobras afirma, porém, que estatal estuda formas de atender demanda da Argentina

Tânia Monteiro e Marina Guimarães, da Agência Estado,

22 de fevereiro de 2008 | 13h29

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, reiterou nesta sexta-feira, 22, que o Brasil precisa de "cada molécula" dos 30 milhões de metros cúbicos de gás que importa diariamente da Bolívia. No entanto, disse que a Petrobras "é sensível" aos problemas energéticos da Argentina. Por isso, equipes dos dois países estão realizando estudos para encontrar outras fontes de energia para ser fornecida à Argentina, para atender a demanda de energia que o país precisa.   Veja também: Gás deve dominar pauta do 1º encontro de Lula e Cristina Argentina ameaça racionar gás para unidade da Petrobras   Gabrielli negou pressões do governo argentino para que a Petrobras ceda uma parte da cota de gás que compra da Bolívia. "Nós temos uma relação boa com a Argentina. É uma relação típica de todas a empresas petrolíferas energéticas com os governos dos seus países, que é uma relação de amor e ódio", afirmou Gabrielli ao informar que foi o governo da Bolívia que pediu ao Brasil para ceder uma parte do gás que abastece o Brasil para a Argentina.   A diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, informou que o não cumprimento do contrato da Bolívia com o Brasil implica em multas "pesadíssimas" e que o valor da multa depende de vários fatores. As declarações de Gabrielli e da diretora da Petrobrás foram na saída Casa Rosada, sede do governo argentino, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Cristina Kirchner assinaram uma declaração conjunta com 17 itens e acordos em várias áreas.

Tudo o que sabemos sobre:
PetrobrasGás

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.