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Países da zona do euro têm de concordar em reforçar resgate, diz Rehn

Para Comissário da União Europeia para Assuntos Econômicos e Monetários, é preciso haver aumento 'convincente' no fundo de resgate a fim de desbloquear financiamento do FMI

Renan Carreira, da Agência Estado,

27 de março de 2012 | 12h36

BRUXELAS - Os países da zona do euro precisam concordar com um aumento "convincente" para o fundo de resgate deles, o Mecanismo de Estabilidade Europeu (ESM, na sigla em inglês), com o objetivo de desbloquear o financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI), disse nesta terça-feira o comissário da União Europeia (UE) para Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn.

Reforçar "a rede de segurança financeira global" continua a ser importante para a UE, afirmou ele, à margem de uma entrevista à imprensa realizada para a apresentação de um novo relatório sobre a economia do bloco feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pressão sobre a UE para aumentar suas proteções foi aliviada nas semanas anteriores a partir de uma pressão mais suave do mercado financeiro. Entretanto, ações recentes têm mostrado que os mercados voltam a ter incertezas sobre o quanto os países da zona do euro estão dispostos a comprometer para ajudar seus pares.

O secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, disse, na entrevista à imprensa, que a UE não deveria se acomodar muito em períodos de calmaria, acrescentando que o spread de risco da dívida pública permanece em níveis insustentáveis.

Rehn afirmou que está "confiante" que os ministros das Finanças da zona do euro vão concordar em aumentar o ESM no encontro em Copenhague, na Dinamarca, na sexta-feira. Ele também disse que os países da zona do euro sob pressão do mercado devem manter as metas de déficit e continuar com a consolidação fiscal a fim de construir a credibilidade do mercado. "Eles precisam manter as metas principais acordadas, não importa como." As informações são da Dow Jones.

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