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Países emergentes precisam de mais voz no FMI, diz China

Os países desenvolvidos devem ter mais responsabilidade em proteger os interesses dos investidores globais, enquanto as nações emergentes precisam ter mais poder nos organismos internacionais como o Fundo Monetário Internacional (FMI), disse uma ex-autoridade do banco central chinês nesta segunda-feira.

REUTERS

16 de março de 2009 | 07h48

Wu Xiaoling, ex-vice-presidente do BC chinês, disse em uma conferência financeira em Xangai que a reunião do G20 em Londres em abril não deve render muitos frutos.

"É impossível que qualquer acordo seja alcançado no G20. Não devemos colocar muita esperança nisso... É por isso que deveríamos ter nossas vozes ouvidas."

Brasil, Índia, Rússia e China, que formam o Bric, emitiram um comunicado conjunto antes da reunião do G20 pedindo mais financiamento aos países emergentes em meio à crise global e reformas urgentes para melhorar sua representatividade no FMI.

"O FMI deveria aumentar a participação das economias emergentes e tratar todos os membros de forma igual", afirmou Wu. "Novas regras deveriam ser determinadas para regular a economia mundial, com foco nas super potências mundiais."

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