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Países serão sócios iguais no Banco do Sul

Ata de fundação da instituição, que está sendo discutida nesta segunda, deve sair no prazo de 40 a 60 dias

Adriana Chiarini, da Agência Estado,

08 de outubro de 2007 | 13h07

Os sete países que discutem nesta segunda-feira, 8, a constituição do Banco do Sul - Brasil, Argentina, Venezuela, Paraguai, Bolívia, Uruguai e Equador - serão sócios iguais na instituição, sem hierarquia entre eles. Este será um dos princípios a serem colocados na ata de fundação da instituição, negociada nesta segunda na 3ª Reunião Ministerial sobre o banco, por ministros desses países.   A estrutura de capital da instituição ainda não foi discutida, segundo fontes do Ministério da Fazenda. Isso indica que não haverá relação direta entre o tamanho do aporte ao capital do banco e o poder exercido por cada país nele. O banco terá sede em Caracas, na Venezuela. e haverá duas subsedes, uma em Buenos Aires, na Argentina, e outra em La Paz, na Bolívia.   Participam da reunião os ministros da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, e da Bolívia, Luiz Alberto Arce Catacora; das Finanças da Venezuela, Rodrigo Cabeza; da Economia e Produção da Argentina, Miguel Gustavo Peirano, e da Economia e Finanças do Equador, Fausto Ortiz de la Cadena; o vice-ministro de Economia e Integração do Paraguai, Manuel Alarcón Säfstrande, e o subsecretário do Ministério de Economia e Finanças do Uruguai Mário Vergara.   A reunião acontece a portas fechadas. O Banco do Sul terá o objetivo de financiar o desenvolvimento da região. A instituição seria uma alternativa regional a órgãos como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.   O estatuto para a criação do banco deve sair no prazo de 40 a 60 dias, de acordo com uma fonte que participa da reunião. Os recursos brasileiros para o banco deve vir do Orçamento Geral da União, ou do BNDES.

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