Palocci defende política de superávit primário

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, defendeu hoje, no plenário da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, a política de superávit primário ? arrecadação do governo menos os gastos com as autarquias municipais, estaduais, federal e as empresas estatais. Segundo ele, a tentativa de alcançar superávits primários elevados é uma tendência entre os países que têm classificação de risco semelhante ou pior que o Brasil. Na avaliação do ministro, a responsabilidade fiscal é o que garante um ordenamento da dinâmica da dívida pública ao longo do tempo. "E é isso que pode dar certeza aos investidores, à sociedade e aos agentes como um todo de que é possível apostar no desenvolvimento do País, ao longo do tempo", disse. Palocci também argumentou que o superávit primário é um mecanismo "saudável" de garantir o fechamento das contas públicas. Segundo ele, essas contas "sempre fecham" ou de maneira saudável, com superávits primários, ou o contrário, com mecanismos de financiamento inadequados como mais inflação ou negociações traumáticas de dívida.

Agencia Estado,

30 Março 2004 | 11h23

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